Uma criatura Amarga II
Essa é a minha versão do conto de Fiódor Dostoiévski "Uma criatura dócil", mas, pela ótica da esposa.
Essa é a minha versão do conto de Fiódor Dostoiévski "Uma criatura dócil", mas, pela ótica da esposa.
Solidão não é escolha, ela se impõe. Não é algo que se resolve com um match no tinder ou conversando abobrinha com gente legal.
Nunca me apaixonei. Já tive alguns sintomas, mas não vale. Quero todos!
Estamos o tempo todo procurando conexões. Com pessoas, com animais. Afetivas, românticas, casuais… Faz parte do que a gente é.
Essa é a minha versão do conto de Fiódor Dostoiévski "Uma criatura dócil", mas, pela ótica da esposa.
E como você vivia antes dele aparecer?
Sim. Tudo correu bem depois que você partiu meu coração.
Não duvida de mim nem se eu te der motivos, nem se você tiver razão, nem se tudo apontar pra que tá certo duvidar mesmo.
As pessoas não entendem a complexidade de se fazer tempestade em copo d'água, pensam que é fácil. Não é. Muitos copos se quebram no processo.
Eu adoro recomeçar. Adoro resetar o jogo no meio e começar de novo porque eu sempre acho que poderia recomeçar melhor.